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História do Marketing de Conteúdo + 6 conteúdos para te tirar da areia movediça digital

História do Marketing de Conteúdo + 6 conteúdos para te tirar da areia movediça digital

 

Você já leu ou até já ouviu falar (mesmo que vagamente) sobre ele, mas ainda não entende por que é tão importante para a sua estratégia. Está faltando conhecer a história do Marketing de Conteúdo e descobrir como ele vai te tirar da areia movediça digital.

Quem diz que a história do Marketing só começou agora, provavelmente, é a mesma pessoa que acha que o e-mail vai morrer e que os Jornais não vão mais existir daqui a um tempo.

Mas vamos por partes… E antes de falar da História do Markering de Conteúdo, vamos conversar primeiro sobre o que ele significa para tirar esse ponto de interrogação enorme que está na sua cabeça.

 

Afinal, “O que é Marketing de Conteúdo?”

O Marketing de Conteúdo é uma estratégia usada por quem prefere criar e distribuir conteúdos relevantes para atrair o público, em vez de investir em vários anúncios sem sentido.

Não estamos falando mal dos anúncios, eles até que dão resultados, dependendo do caso. Mas em uma época em que o consumidor escolhe o que quer ver, o conteúdo é a melhor maneira de atrair o público e fechar negócios.

Alguns exemplos de Marketing de Conteúdo são: artigos em blogs, ebooks gratuitos, vídeos explicativos no YouTube etc.

Se fôssemos escolher uma frase para te ajudar a entender a importância da História do Marketing de Conteúdo e da estratégia em si, seria essa:

“Não dá para sobreviver interrompendo os estranhos com mensagens que eles não querem ouvir, sobre produtos que nunca ouviram falar e usando métodos que incomodam. O público tem pouco tempo e capacidade para conseguir tolerar isso.” – Seth Godin

E quem ainda vive na época das cavernas, investindo no velho Marketing de Interrupção em vez de usar o conteúdo para atrair e educar os clientes sobre o seu produto, acaba sendo engolido pela areia movediça digital e morrendo na praia.

 

Agora te respondemos outra pergunta que deve estar te incomodando: “Por que vocês acham que eu estou afundando na areia movediça digital?”

A verdade é que a Internet é uma grande praia e tem espaço para todos, mas a maré diminui de vez em quando e é nesse momento que a areia movediça pode te engar e te engolir, se você não apostar na estratégia certa.

É por isso que, de acordo com Kim Larson: Ao se tratar do jogo do conteúdo, cada vez menos as marcas podem se dar ao luxo de permanecer assistindo do lado de fora.

E se for pra entrar no jogo, que faça direito: adicione valor à vida dos prospects e esqueça a ansiedade de vender logo de cara.

Mas se até agora você nunca tinha ouvido falar na história do Marketing de Conteúdo e ainda não tinha usado o Inbound Marketing ao seu favor, está numa areia movediça, sendo engolido pelos concorrentes e nem se deu conta ainda.

Mas calma! Vamos te ensinar sobre a História do Marketing de Conteúdo e te salvar de vez! Mas você precisa ficar até o fim.

 

A História do Marketing de Conteúdo

Não sei se você sabe, mas os anúncios como conhecemos hoje nem sempre existiram. Antigamente, só existiam os jornais, que tinham função apenas de informar sobre os acontecimentos políticos e sociais, além de divulgar também os eventos nas cidades próximas.

Esse hábito começou no século 59 a.C. com o “Acta Diurna” do imperador Júlio César.

Os primeiros anúncios em jornais com fins comerciais só foram publicados em 1650, na Inglaterra. Esse foi um meio que os jornais conseguiram para arrecadar mais fundos para as edições, já que até então a única fonte de lucro era a assinatura.

Depois de determinado tempo, jornais (e até revistas assim que surgiram) começaram a ceder espaços maiores para os anúncios.

Eram tantos anúncios que os empresários precisavam chamar atenção do público e muitos resolviam apostar em estratégias que conhecemos hoje, como o Storytelling, por exemplo.

Claro que não era exatamente o mesmo que hoje e não era Marketing de Conteúdo, mas esse tipo de anúncio foi o começo de tudo.

 

Atualmente, para conseguir se conectar com os clientes, você não pode empurrar a mensagem, mas sim começar a atrai-los. As regras do marketing mudaram e a chave para vencer é usar a mudança a seu favor. – Braian Halligan e Dharmesh Shah

 

Podia até ser útil, de vez em quando, ver um anúncio em Jornal, TV ou rádio, mas na maioria das vezes era incômodo.

Imagine a seguinte situação: você está vendo o seu programa / filme favorito e, de repente, na melhor parte, entram os comerciais; anúncios que não fazem o mínimo sentido para você como consumidor e que te atrapalham a ver o filme.

P.S.: Foi assim que os gigantes do Streaming, como a Netflix, ganharam força: mostrando ao consumidor que dá para decidir o que quer ver, sem anúncios e interrupções chatas.

Mas voltando ao assunto: empresas começaram a investir em educação do público, tentando oferecer algo bacana primeiro, antes de tentar vender guela abaixo algo que alguém não precisa ou não quer.

Pessoas começaram a pesquisar na internet sobre determinados assuntos e acharam essas empresas, que liberavam conteúdos sobre os produtos ou serviços, que ensinavam a fazer um bolo antes de tentar vender o fubá.

Parece que o jogo virou, não é mesmo? No começo, o cliente tinha que lutar para conseguir informações, ver anúncios e comprar o produto para conhecer como ele era de verdade. Depois, as empresas é quem começaram a disputar a atenção do consumidor, mostrando como podiam ser a melhor resposta para o problema / desejo dele.

 

E chegamos ao “final” da história do Marketing de Conteúdo…

Atualmente, os clientes mandam nas estratégias de comunicação e são eles quem ditam as regras. Se você é daqueles que tenta se mexer de forma brusca e fazer com que ele compre logo, sem mais nem menos, será engolido pela areia movediça digital.

Mas se você espera a maré subir o suficiente para que o cliente se envolva com a sua marca por meio do conteúdo, com certeza terá um espaço vasto nessa praia de clientes digitais, que estão cada vez mais exigentes, diga-se de passagem.

Claro que esse não é o fim da história do Marketing de Conteúdo, meus caros. Tudo está só começando.

Cada vez mais, novas técnicas são descobertas para atrair a atenção, o interesse, o desejo e a ação do consumidor, fazendo com que essa jornada de compra seja um pouquinho mais acelerada – mas da forma certa, é claro.

Uma dessas técnicas, inclusive, é o Copywriting.

Mas não adianta usar a melhor das estratégias se você esquecer o principal: entregar algo realmente útil e de valor para o seu cliente em potencial. Esse é um dos principais motivos que o fará comprar de você em vez do concorrente.

De acordo com Andrew Daves: Um grande conteúdo pode te inspirar a comprar algo que você nem sabia que precisava.

Mas e a História do Marketing de Conteúdo mesmo, como surgiu? Para te ajudar com isso, vamos te mostrar 8 exemplos rápidos. Veja!

 

Primeiros arquivos da história do marketing de conteúdo

Veja abaixo a cronologia do marketing de conteúdo em 8 exemplos!

1 – The Furrow

Bem antes de conhecermos esse termo “marketing de conteúdo”, em 1895, tivemos a primeira publicação voltada para os clientes. Seu nome? The Furrow.

A revista é hoje a de maior circulação do mundo na área de agronegócio e foi criada pelo americano John Deere, dono da marca de máquinas agrícolas que leva seu nome.

O foco do magazine são textos sobre tecnologia e dicas para ajudar o empreendedor a crescer e ser mais competitivo, e não vender produtos.

 

2 – Guia Michelin

Numa época que os carros eram novidade, a Michelin teve a grande ideia de publicar, em 1900, um guia com dicas de hospedagens e restaurantes para incentivar as pessoas a viajarem e conhecer novos lugares.

 A 1ª edição teve uma tiragem de 400 exemplares, distribuídos gratuitamente.

 

3 – Livro de receita da Jell-O

Em 1904, a marca de gelatina distribuiu gratuitamente um livro de receitas.

Essa ideia rendeu à empresa, dois anos depois, um aumento nas vendas, que ultrapassaram a marca de US$ 1 milhão.

 

4 – Revista BenchMark

A empresa de engenharia Burns & McDonnell lançou seu periódico em 1913. A revista, que circula até os dias atuais, já recebeu diversos prêmios.

 

5 – Programa de rádio da Sears

A loja de departamentos Sears inaugurou sua estação de rádio em 1922.

A ideia do programa “A maior loja do mundo” era informar agricultores na época da crise da deflação nos Estados Unidos. O conteúdo era produzido pela Sears Roebuck Foundation.

 

6 – Radionovela

Nos anos 1930, a Procter & Gamble teve um papel importante nos dramas radialísticos.

A empresa patrocinava esses formatos de programa e, a partir daí, o nome soap opera (soap = sabão) ou novela. Essa ação promoveu o aumento nas vendas de detergente.

 

7 – Hasbro e Marvel

Nos anos 1980, as americanas Hasbro e Marvel se juntaram em uma grande ação para divulgar os quadrinhos do “GI Joe: A Real American Hero”.

A empresa de brinquedos veiculou uma propaganda na televisão, transmitida pelo país inteiro.

A consequência foi os gibis serem os mais vendidos da história da Marvel, já os brinquedos também tiveram altas vendas e muita aceitação entre as crianças da época. No Brasil, foi comercializado como “Comandos Em Ação”.

 

8 – Brick Kicks

Em 1987, a LEGO lançou a revista Brick Kicks, hoje conhecida como LEGO Club Magazine. A empresa encontrou uma maneira de engajar o seu público por meio de conteúdo de entretenimento e benefícios.

Já nos anos 1990, com o “boom” da internet, o comportamento do público em relação ao consumo de informação sofreu grande impacto.

As pessoas já não passavam mais tanto tempo assistindo TV ou lendo jornais e revistas. Começavam a passar mais tempo online.

Então um jeito diferente de fazer marketing de conteúdo surgiu. Blogs e sites ganhavam destaque na estratégia das empresas, que viam o potencial dessa ferramenta para os negócios.

Em 1994, o mundo conheceu o primeiro spam, com a primeira mensagem automatizada em larga escala. Demos as boas-vindas ao e-mail marketing.

 

Anos 2000: Novo século, novo marketing de conteúdo

Há 10 anos a efetividade do marketing dependia do peso da sua carteira. Hoje, ela depende do tamanho do seu cérebro – Brian Halligan.

Enquanto antigamente, quem pagava mais tinha mais espaço, a partir desse período começou a se destacar quem teve inteligência o suficiente para entregar algo de valor para o cliente, investindo mais em conteúdo do que anúncio.

A partir dessa época, os blogs dominam o cenário digital e “roubam” o lugar dos portais de notícias e dos seus anúncios, por proporcionar um conteúdo personalizado.

Até que os blogs também começaram a dividir espaço com as redes sociais. Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e YouTube, estão entre as mais importantes.

Essas ferramentas mostram o poder do engajamento com os consumidores porque permite interação, proximidade e fidelização do cliente. E o foco desde o começo da história do marketing de conteúdo foi e continua sendo produzir conteúdo de acordo com as necessidades do cliente.

Nesse sentido, os e-books também ganham notoriedade e espaço. Contar com conteúdo rico, bem escrito e relevante para seu público-alvo, acaba sendo um diferencial e tanto para a empresa se destacar no mercado e atrair consumidores segmentados.

E o e-mail marketing não fica de fora dessa era. Com o crescimento das redes sociais, muitos achavam que essa ferramenta seria esquecida.

Pelo contrário, ela é de grande valia para uma estratégia de marketing de conteúdo eficiente, já que colabora no engajamento e relacionamento com a audiência. Mas sempre pensada em não fazer spams para o público.

 

2 cases de marketing de conteúdo recentes 

1 – Coca-Cola – Content 2020

Em 2011, a Coca-Cola lançou uma propaganda bem longa para informar qual seria a sua estratégia de marketing até 2020. E a marca está cumprindo o prometido.

Se você entrar na página do Facebook deles, você encontra uma série de posts que conta uma história que envolve o público. Você pode ver o vídeo logo abaixo.

 

2 – Red Bull Stratos

Em 2012, o paraquedista Felix Baumgartner, patrocinado pela Red Bull, saltou em queda livre da estratosfera. O cara bateu os recordes de salto mais alto, de maior distância vertical e da primeira pessoa a romper a barreira do som nesse tipo de feito.

Essa ação, transmitida ao vivo, rendeu 8 milhões de visualizações simultâneas no YouTube, 87 mil nos inscritos na plataforma e mais de 700 mil interações só na página oficial do Facebook. No Twitter, foram mais de 3 milhões de tweets no dia.

Fora o aumento direto nas vendas da bebida nos 6 meses seguintes ao feito. Sem contar o auxílio a pesquisas científicas.

 

História do Marketing: 6 conteúdos que vão te ajudar a melhorar sua estratégia

Além de te contar toda essa história do Marketing de Conteúdo, não poderíamos deixar de te mostrar mais alguns atalhos para evitar muito desperdício de tempo e conhecer as estratégias de Marketing que podem funcionar (e muito) para a sua empresa esse ano.

Separamos esses 6 conteúdos para te ajudar com isso. Confira:

  1. Persona e jornada de compras
  2. O que é buyer persona
  3. Plano de Marketing
  4. 7 metas de Marketing de Conteúdo que valem a pena
  5. Estratégias para o lançamento de um novo produto
  6. Como escolher uma agência para criar sua estratégia digital?

Ao ler esses artigos e aplicar a estratégia, você vai comprovar que Marketing de conteúdo funciona e deve estar entre os principais tópicos de uma estratégia de marketing.

Por isso, se importe o suficiente para criar um conteúdo valioso e relevante, que tenha o poder de atrair os consumidores.

E aí, esses são motivos suficientes para você se convencer de que precisa de marketing de conteúdo diferenciado para se destacar da concorrência e se livrar da areia movediça digital?

 

Gostou? Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário!

Vou responder mais rápido que a Millenium Falcon!

Que a força esteja com você!

Postado por: Cento e Vinte  | www.centoevinte.com.br

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