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Devemos vender o que a audiência QUER comprar!

Na década de 1990 iniciamos o caminho de uma verdadeira revolução de hábitos e costumes que afetaram o mundo profundamente.

A grande protagonista desse movimento? A internet, é claro.

As mudanças trazidas pela rede mundial de computadores à nossa cultura foram capazes de afetar, inclusive, nossos hábitos de consumo.

E não se trata apenas do que ou como compramos. Mas, especialmente, a forma como nos relacionamos com as empresas.

Estratégias de marketing: a adaptação aos novos tempos 

Essas novas relações obrigaram as empresas de diferentes tamanhos a repensarem suas estratégias de marketing.

Na era do rádio e da televisão, fomos acostumados às pausas em nosso entretenimento para transmissão de comerciais.

A equação parecia ótima tanto para os veículos de comunicação, que se financiavam, quanto para as empresas.

Através dos anúncios veiculados, um grande número de pessoas era atingido, fortalecendo suas marcas.

Já para o público, não havia escolha a não ser aceitar a interrupção a que estava sujeito.

Foi o momento de ouro do marketing interruptivo, aquele que aparece sem avisar e sem pedirmos.

Ainda hoje essa modalidade continua relevante, afinal, 63% dos brasileiros têm a TV como principal meio de informação, segundo dados da Pesquisa Brasileira de Média 2016 – Hábitos de Consumo de Mídia Brasileira.

Contudo, essa realidade tende a se modificar profundamente ao longo das próximas décadas, quando veremos a ascensão da geração que nasceu e foi criada em um mundo digital e conectado.

Para eles, a web é a principal mídia. É com ela que se divertem, se relacionam com os outros e, claro, consomem.

E no que isso muda nos esforços de comunicação voltados às estratégias de marketing? Tudo!

E por um simples motivo: a internet concedeu o poder de escolha como nenhum outro meio.

Isso significa que, através dela, acessamos o conteúdo que queremos, na forma que queremos e na hora que queremos.

Essa realidade não impede, contudo, que as publicidades interruptivas estejam presentes na web, muito pelo contrário.

Ainda existe uma série de formas de utilizar anúncios pagos que levam sua marca diretamente ao consumidor, como é o caso dos anúncios dos vídeos do YouTube, por exemplo, ou mesmo em alguns sites.

Mas o aumento de 30% no uso de bloqueadores de anúncios em 2016, segundo pesquisa da PageFair, contribui para sinalizar como essas ações são vistas.

Oras, sejamos sinceros, quem gosta de ter seu vídeo ou programas preferidos interrompidos por anúncios?

E o pior: muitas vezes esses anúncios são sobre produtos que não nos despertam qualquer interesse!

Sim, os anúncios interruptivos ainda possuem relevância, mas se manterá assim até quando?

E como fazer para atrair, influenciar e se relacionar com os consumidores com um novo método?

A força do marketing de conteúdo 

O marketing de conteúdo já há alguns anos merece a atenção e a dedicação das empresas na internet.

É a principal estratégia de inbound marketing, onde, em vez de a marca ser levada ao público, o público vai até ela.

Isso é possível graças a uma premissa simples, porém eficaz: você entrega aos seus consumidores aquilo que eles querem!

O formato pode ser texto, imagem, áudio ou vídeo, o importante é disponibilizar um conteúdo rico e relevante que desperte o interesse.

E esse objetivo só pode ser cumprido com excelência quando você conhece profundamente seu público-alvo, de modo que esse conteúdo atenda às necessidades e às dores dele.

Assim você entrega o que sua audiência deseja consumir e aprimora o relacionamento com seus clientes.

Se sua empresa busca alcançar o sucesso e alavancar seus resultados, o marketing de conteúdo deve estar presente em suas estratégias de marketing digital.

Afinal, um novo mundo, com novos hábitos e novos consumidores, exige novas formas de comunicação.

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Até a próxima!

Postado por: Cento e Vinte | www.centoevinte.com.br

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